Memória Inventada


Editora: Ed. Record
ISBN 8501055832
Autor: Erica Jong
Gênero: Literatura Estrangeira
Seção: Romance
Acabamento: Brochura
Nº de Páginas:288
Sinopse
MEMí“RIA INVENTADA

(Inventing Memory) Erica Jong Tradução de Alves Calado “Um romance brilhante, sensí­vel e muto bem documentado.” Magazine Littéraire “Momentos deliciosos de horror gótico. E bastante sexo.” Observer “Uma crônica viva e divertida.” Times Litterary Supplement Erica Jong, uma das escritoras contemporâneas de maior prestí­gio – e ainda um í­cone da liberação feminina -, não criava um romance desde 1990. Nestes nove anos, escreveu ensaios e um livro de reflexão, Medo dos 50, até finalmente concluir o romance MEMí“RIA INVENTADA, um épico sobre um século de vida de uma famí­lia judia nos EUA através da história de quatro gerações de mulheres de um clã pouquí­ssimo convencional. A autora estará no Rio de Janeiro em abril, participando da Bienal Internacional do Livro. MEMí“RIA INVENTADA, romance de fortes matizes autobiográficos, é uma grande saga da mulher do século XX em sua busca da liberdade. Apesar de ser obra de ficção, é pleno de referências a eventos, personagens e locais que emprestam í  narrativa um contexto histórico e que dão subsí­dios a um breve exercí­cio de futurologia. A trama tem como base a história de Sarah Soilomon Levitsky, uma mulher que nasceu em 1888 e viveu 100 anos de grandes mudanças. Outras grandes mulheres da mesma famí­lia dão seguimento í  luta por espaço dentro da comunidade judaica nova-iorquina. Erica mais uma vez explora sua verve completamente livre dos padrões sociais que fizeram com que ela chegasse a ser considerada, nos Estados Unidos, uma escritora pornô – e sua obra, uma mera transcrição de sua movimentada vida amorosa. Mas MEMí“RIA INVENTADA é mais uma prova de que a autora está muito além disso. É um romance criativo e inteligente, possivelmente o melhor de uma das melhores escritoras americanas da atualidade. Erica Jong nasceu e cresceu em um bairro rico de Nova York. Filha de pais que abandonaram as artes para se dedicar aos negócios, ela começou sua carreira como poeta, mas se consagrou com romances que se transformaram em grandes sucessos, como Medo de voar e Pára-quedas & beijos, também publicados pela Editora Record.

100 melhores livros Revista Bula

100 melhores livros
 
    1. Guerra e paz, Leon Tolstoi
    2. 1984, George Orwell
    3. Ulisses, James Joyce
    4. Lolita, Vladimir Nabokov
    5. O Som e a fúria, William Faulkner
    6. O Homem invisí­vel, Ralph Ellison
    7. Rumo ao Farol, Virginia Woolf
    8. A Ilí­ada e a Odisséia, Homero
    9. Orgulho e Preconceito, Jane Austen
    10. Divina Comédia, Dante
    11. Contos de Canterbury, Geoffrey Chaucer
    12. As Viagens de Gulliver, Jonathan Swift
    13. Middlemarch, George Eliot
    14. O Mundo se Despedaça, Chinua Achebe
    15. O Apanhador no Campo de Centeio, J. D. Salinger
    16. E o Vento Levou, Margaret Mitchell
    17. Cem Anos de Solidão, Gabriel Garcí­a Marquez
    18. O Grande Gatsby, Scott Fitzgerald
    19. Ardil 22, Joseph Heller
    20. Amada, Toni Morrison
    21. As Vinhas da Ira, John Steinbeck
    22. Filhos da meia-noite, Salman Rushdie
    23. Admirável Mundo Novo, Aldous Huxley
    24. Mrs. Dalloway, Virginia Woolf
    25. Filho Nativo, Richard Wright
    26. Da Democracia na América, Alexis de Tocqueville
    27. A Origem das Espécies, Charles Darwin
    28. História, Heródoto
    29. O Contrato Social, Jean-Jacques Rousseau
    30. O Capital, Kart Marx
    31. O Prí­ncipe, Maquiavel
    32. As Confissões de Santo Agostinho
    33. Leviatã, Thomas Hobbes
    34. História da guerra do Peloponeso, Tucí­dides
    35. O Senhor dos Anéis, J. R. R. Tolkien
    36. Winnie-the-Pooh, A. A. Milne
    37. As Crônicas de Narnia, C. S. Lewis
    38. Uma Passagem Para a India, E. M. Forster
    39. Pé na Estrada Jack Kerouac
    40. O Sol é Para Todos, Harper Lee
    41. A Biblia
    42. Laranja Mecânica, Anthony Burgess
    43. Luz de Agosto, William Faulkner
    44. As Almas da Gente Negra, W. E. B. Du Bois
    45. Vasto Mar de Sargaços, Jean Rhys
    46. Madame Bovary, Gustave Flaubert
    47. Paraí­so Perdido, John Milton
    48. Anna Karenina, Leon Tolstoi
    49. Hamlet, William Shakespeare
    50. O Rei Lear, William Shakespeare
    51. Otello, William Shakespeare
    52. Sonetos, William Shakespeare
    53. Folhas da Relva, Walt Whitman
    54. As Aventuras de Huckleberry Finn, Mark Twain
    55. Kim, Rudyard Kipling
    56. Frankenstein, Mary Shelley
    57. A Canção de Solomon, Toni Morrison
    58. Um estranho no Ninho, Ken Kesey
    59. Por Quem os Sinos Dobram, Hernest Hemingway
    60. Matadouro 5, Kurt Vonnegut
    61. A Revolução dos Bichos, George Orwell
    62. O Senhor das Moscas, William Holding
    63. A Sangue Frio, Truman Capote
    64. O Carnê Dourado, Doris Lessing
    65. Em Busca do Tempo Perdido, Marcel Proust
    66. O Sono Eterno, Raymond Chandler
    67. Enquanto Agonizo, William Faulkner
    68. Paris é Uma Festa, Ernest Hemingway
    69. Eu, Claudio, Robert Graves
    70. O Coração é um Caçador Solitário, Carson McCullers
    71. Filhos e Amantes, D. H. Lawrence
    72. Todos os Homens do Rei, Robert Penn Warren
    73. Vá Dizê-lo na Montanha, James Baldwin
    74. A Teia de Charlotte, E. B. White
    75. O Coração das Trevas, Joseph Conrad
    76. Noite, Elie Wiesel
    77. Coelho Corre, J. Updike
    78. A Idade da Inocência, Edith Wharton
    79. O Complexo de Portnoy, P. Roth
    80. Uma Tragédia Americana, Theodore Dreiser
    81. O Dia do Gafanhoto, Nathanael West
    82. Trópico de Câncer, Henry Miller
    83. O Falcão Maltês, Dashiell Hammet
    84. A Matéria Escura, Philip Pullman
    85. A Morte Vem Buscar o Arcebispo, Willa Cather
    86. A Interpretação dos Sonhos, S. Freud
    87. A Educação de Henry Adams, Henry Adams
    88. Pensamento de Mao Zedong, Mao Zedong
    89. Psicologia da Religião, William James
    90. Volta a Brideshead, Evelyn Waugh
    91. Primavera Silenciosa, Rachel Carson
    92. Teoria Geral da Ocupação, o Interesse e o Dinheiro, John Maynard Keynes
    93. Lord Jim, Joseph Conrad
    94. Adeus a tudo aquilo, Robert Graves
    95. A Era da Incerteza, John Kenneth Galbraith
    96. O Vento nos Salgueiros, Kenneth Grahame
    97. A Autobiografia de Malcom X, Alex Haley e Malcolm X
    98. Eminentes Vitorianos, Lytton Strachey
    99. A Cor Púrpura, Alice Walter
    100. A Segunda Guerra Mundial, Winston Churchill

 

 

Vou atrasar mais dez minutos

De algum tumblr que não lembro mais

Deram-me um corpo, só um!/ Para suportar calado
Tantas almas desunidas/Que esbarram umas nas outras,
De tantas idades diversas;/Uma nasceu muito antes
De eu aparecer no mundo,/Outra nasceu com este corpo,
Outra está nascendo agora,/Há outras, nem sei direito,
São minhas filhas naturais,/Deliram dentro de mim,
Querem mudar de lugar,/Cada uma quer uma coisa,
Nunca mais tenho sossego./í“ Deus, se existis, juntai
Minhas almas desencontradas.

Murilo Mendes

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Novembro

Filmes

  • Karatê Kid (visto de novo)
  • A Pele que Habito

Séries

  • Prime suspect
  • Body of Proof
Livros
  • Desonra
  • Complexo de Portnoy (lendo)
  • Liberdade
  • Identidade
  • O Tempo entre Costuras
  • Liberte-se da fome Emocional (lendo)
Esse mês eu li, viu? ufa.

Acontecimentos

  • Exposição Roma
  • Confraria com direito a macarrão com massa feita na hora e vinho.
  • Férias!!!!!!!!!
  • Aniversário do Gael
  • Cinema, vinho, pizza e empanadas
Cozinha
  • Bolo com ganache
  • Lasanha (tudo mal e porcamente, arremedo de cozinha)
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Acabou novembro, mês doido, super corrido, as duas última semanas trabalhei como nunca na minha vida, nossa.
Ano que vem, já que eu não mudo, esse blog vai mudar.

 

Liberdade

Tí­tulo original: FREEDOM
Tradução: Sergio Flaksman
Capa: Elisa v. Randow
Páginas: 608
Formato: 16.00 x 23.00 cm
Peso: 0.92300 kg
Acabamento:Brochura
Lançamento: 18/05/2011
ISBN: 9788535918670
Selo: Companhia das Letras
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Liberdade, quarto romance do norte-americano Jonathan Franzen, foi um dos mais festejados lançamentos literários de 2010. Publicado nove anos após As correções (vencedor do National Book Award), o livro foi saudado como um painel amplo e profundo da sociedade americana contemporânea e um triunfo da prosa refinada que já fazia a fama do autor.
A história de Liberdade gira ao redor de um trio de protagonistas. Walter e Patty Berglund formam, junto com os filhos adolescentes Joey e Jessica, uma tí­pica famí­lia norte-americana liberal de classe média. Richard Katz é um roqueiro descolado que tenta fugir da fama que tanto buscava no passado. Os três se conhecem no final dos anos 1970, na Universidade de Minnesota, e a partir daí­ suas vidas se entrelaçam numa complexa relação de amizade, paixão, lealdade e traições que culminará com uma série de conflitos decisivos na primeira década do novo milênio, época em que o conceito de liberdade parece tão onipresente quanto fugidio.
Como em As correções, Franzen mergulha numa tragédia familiar para dissecar, com incrí­vel detalhe e personagens tão reconhecí­veis quanto surpreendentes, a psique e os sonhos da classe média norte-americana, explorando temas como o choque entre as polí­ticas liberais e conservadoras no contexto social e privado, os males da superpopulação e das ameaças ecológicas, a crise do politicamente correto e os dilemas afetivos de uma geração cada vez mais conectada, individualista e globalizada.
Aclamado pela crí­tica, Liberdade também foi um fenômeno de mí­dia. A apresentadora Oprah Winfrey o selecionou para o seu popular cí­rculo do livro, o Oprah’s Book Club, e a revista Time estampou sua capa com o romance, algo que não acontecia desde o ano 2000, quando Stephen King figurou no mesmo espaço.

“O romance mais comovente de Franzen – um livro que se revela ao mesmo tempo uma envolvente biografia de uma famí­lia problemática e um retrato incisivo do nosso tempo.” – Michiko Kakutani, The New York Times

“Não é í  toa que Liberdade menciona Guerra e Paz em todas as letras. Ele pede espaço na prateleira ao lado do tipo de livro que as grandes feras escreviam. Livros que eram chamados de importantes. Que eram chamados de os grandes.” – Benjamin Alsup, Esquire

“O livro do ano, e do século.” – The Guardian

“Assim como As correções, Liberdade é uma obra-prima da ficção americana. Liberdade é um livro ainda mais rico e profundo – menos reluzente na superfí­cie, porém mais seguro em seu método. Como todos os grandes romances, Liberdade não conta apenas uma história cativante. Ele ilumina, pela profunda inteligência moral do autor, um mundo que julgávamos conhecer.” – Sam Tanenhaus, The New York Times Book Review

Complexo de Portnoy


Tí­tulo original: PORTNOY’S COMPLAINT
Tradução: Paulo Henriques Britto
Capa: João Baptista da Costa Aguiar
Páginas: 264
Formato: 14.00 x 21.00 cm
Peso: 0.33000 kg
Acabamento: Brochura
Lançamento: 10/12/2004
ISBN: 9788535905892
Selo: Companhia das Letras

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A narrativa de Alexander Portnoy, jovem advogado nova-iorquino, é uma longa confissão no divã do psicanalista. Como desde o iní­cio fica bem claro, Portnoy é dotado não apenas de uma inteligência privilegiada como também de uma capacidade ilimitada de encarar a si mesmo com realismo e ironia. Contudo, o narrador-protagonista é totalmente incapaz de se livrar da ligação paralisante com a mãe, identificada logo de saí­da como “o personagem mais inesquecí­vel que conheci na minha vida”. Portnoy discorre alternadamente sobre o passado – a infância de filhinho da mamãe, a adolescência dedicada acima de tudo í  prática da masturbação e a tentativas frustradas de perder a virgindade – e sua vida atual – o relacionamento conflituoso com a amante bela porém semi-analfabeta, a separação e uma viagem a Israel que termina com a descoberta de que ele está impotente.
Quando lançada em 1969, a história de Portnoy, narrada com uma verve extraordinária num tom que oscila entre o hilariante e o patético, foi um grande sucesso de vendas e de crí­tica: o livro alcançou o primeiro lugar nas principais listas de best-sellers dos Estados Unidos, e um crí­tico da revista Time comparou-o í s obras de Henry Miller. Mais de três décadas depois, o lugar de O complexo de Portnoy está mais do que garantido, na obra de Philip Roth – hoje considerado um dos principais ficcionistas vivos do idioma – e na literatura norte-americana.

“Roth é o escritor mais corajoso dos Estados Unidos. Moralmente e politicamente corajoso. E Portnoy faz parte dessa coragem.” – Cynthia Ozick, Newsday

“Simplesmente uma das duas ou três obras de ficção mais engraçadas da literatura norte-americana.” – Chicago Sun-Times

“Comovente, e ao mesmo tempo hilariante e lascivo. Roth tem um talento vibrante. É um dos mí­micos e fantasistas mais maravilhosos já produzidos pelo povo mais verbal da história da humanidade.” – Alfred Kazin, New York Review of Books

Desonra

Tí­tulo original: DISGRACE
Tradução: José Rubens Siqueira
Capa: Thiago Lacaz / Máquina Estúdio e Kiko Farkas / Máquina Estúdio
Páginas: 248
Formato: 14.00 x 21.00 cm
Peso: 0.31800 kg
Acabamento:Brochura
Lançamento: 08/12/2000
ISBN: 9788535900804
Selo: Companhia das Letras
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Sucesso de público e crí­tica – foi publicado em mais de vinte paí­ses e ganhou o Booker Prize, o mais importante prêmio literário da Inglaterra -, Desonra é considerado o melhor romance de J. M. Coetzee. O livro conta a história de David Lurie, um homem que cai em desgraça. Lurie é um professor de literatura que não sabe como conciliar sua formação humanista, seu desejo amoroso e as normas politicamente corretas da universidade onde dá aula. Mesmo sabendo do perigo, ele tem um caso com uma aluna. Acusado de abuso, é expulso da universidade e viaja para passar uns dias na propriedade rural da filha, Lucy.
No campo, esse homem atormentado toma contato com a brutalidade e o ressentimento da ífrica do Sul pós-apartheid. Com personagens vivos, com um ritmo narrativo que magnetiza o leitor,Desonra investiga as relações entre as classes, os sexos, as raças, tratando dos choques entre um passado de exploração e um presente de acerto de contas, entre uma cultura humanista e uma situação social explosiva.

Não é de fora que a nave vem

De I can read
“Mas não quero resposta, quero ficar só. Gosto muito das pessoas, mas essa necessidade voraz que í s vezes me vem de me libertar de todos. Enriqueço na solidão: fico inteligente, graciosa e não esta feia ressentida que me olha no fundo do espelho. Ouço duzentas e noventa e nove vezes o mesmo disco, lembro poesias, dou piruetas, sonho, invento, abro todos os portões e, quando vejo, a alegria está instalada em mim.”

 

“As meninas” – Lygia Fagundes Telles

 

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Outubro foi o mês que eu estive mergulhada no tema Holocausto. Não sei porque, não faço ideia de tanto que me deu vontade de ler e ver sobre isso. Também aprendi mais sobre o assunto e sobre a segunda guerra que em toda vida. Não que algo fosse exatamente novidade, mas foi bom ver isso de novo. Quer dizer, bom não né? É muito deprimente, é além da minha compreensão.

Filmes/Seriados/Documentários

  • Tinha que ser você
  • O Ano em que Meus Pais Saí­ram de Férias
  • A Chave de Sarah
  • Rompendo o silêncio
  • Minha Luta
  • Kiriku e a Feiticieira
  • Os Nazistas, um aviso da História

Séries

  • Warehouse13
  • Person of Interest
  • The Big C
Livros

  • É Isto um Homem?
  • Minha Querida Sputnik
  • A Chave de Sarah
  • Projeto Felicidade (lendo)
  • Modernidade e Holocausto (lendo)
  • Vá aonde seu coração mandar (releitura)

Acontecimentos

  • Almoço literário
  • Japa
  • Confraria e restaurante espanhol
  • Noite de autógrafos do Tatá
  • Voltei pra dieta aos 45 do segundo tempo. o/
Cozinha

  • Bolo com ganache
  • Lasanha
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Só o amor importa

A Chave de Sarah

A CHAVE DE SARAH
Autor: ROSNAY, TATIANA DE
Tradutor: LEMOS, PAULO ANDRADE
Editora: SUMA DE LETRAS BRASI
Assunto: LITERATURA ESTRANGEIRA – ROMANCES
ISBN: 8560280294
ISBN-13: 9788560280292
Idioma: Livro em português
Encadernação: Brochura
Dimensão: 16 x 23 cm
Edição: 1ª
Ano de Lançamento: 2008
Número de páginas: 312

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Sinopse

Julia Jarmond é uma jornalista americana que vive em Paris há 25 anos e é casada com o arrogante e infiel Bertrand Tézac, com quem ela tem uma filha de onze anos. Julia escreve para uma revista americana, e seu editor pede que ela cubra o sexagésimo aniversário da grande concentração no Vélodrome d’Hiver – um estádio no qual dezenas de milhares de judeus ficaram presos antes de serem enviados para Auschwitz. Ao se aprofundar em sua investigação, Julia constata que o apartamento para o qual ela e o marido planejam se mudar pertenceu aos Starzynski, uma famí­lia judia imigrante que fora desapossada pelo governo francês da ocupação, e em seguida comprado pelos avós de Bertrand. Ela resolve descobrir o destino dos ocupantes anteriores. É revelada então a história de Sarah, a única sobrevivente dos Starzynski. Ao escrever sobre o passado da França, Tatiana de Rosnay oferece em ‘A Chave de Sarah’ um retrato da França sob a ocupação nazista, revelando tabus e negações que circundam este doloroso perí­odo da História francesa.

O Tempo Entre Costuras

O tempo entre costuras
Marí­a Duenas
Páginas: 480 páginas
ISBN: 9788576655435
Formato: 23 x 16 cm.
Encadernação: Tapa rústica
Selo: Planeta
Nº de Edição: 4
Publicação: Setembro 2010

Obra é uma mistura de Casablanca com A sombra do vento, de Carlos Ruiz Zafón

A escritora Marí­a Dueñas é um verdadeiro fenômeno. Quando ela lançou este maravilhoso O tempo entre costuras, em 2009, não esperava a repercussão que alcançou. Hoje, disputada pelas maiores editoras do mundo, Marí­a Dueñas é comparada a Carlos Ruiz Zafón por sua prosa hipnotizadora e a forma cheia de imaginação e delicadeza com que combina fatos e personagens reais com ficcionais.

A verdade é que depois que se conhece Sira Quiroga, a encantadora costureira que protagoniza esta aventura, é impossí­vel esquecê–la. O cuidado de Marí­a Dueñas com as palavras faz o leitor ouvir a respiração daquela frágil e pobre trabalhadora que um dia se apaixona loucamente, parte de Madri para o romântico Marrocos, meses antes da Guerra Civil Espanhola (1936-1939), para ter sua inocência triturada pelos caminhos da vida. Até que se transforma uma vez mais para mergulhar, durante a Segunda Guerra Mundial, em um novo mundo, agora repleto de espiões, impostores e fugitivos.

Seria injusto classificar O tempo entre costuras. Mais correto seria dizer que se trata desses romances deliciosos nos quais cada página provoca uma sensação diferente no leitor. Marí­a Dueñas é dessas autoras que sabem realmente falar e tocar os leitores.

Modernidade e Holocausto

Modernidade e Holocausto
Zygmunt Bauman
Brochura
14 x 21 cm
268pp
R$ 52,00
ISBN:
978-85-7110-483-9
Tradução: Marcus Penchel
SINOPSE

Este livro – que fez jus ao prêmio Amalfi (1989), concedido ao melhor livro de sociologia publicado na Europa – discute o que a sociologia pode nos ensinar sobre o Holocausto, concentrando-se mais particularmente, porém, nas lições que o Holocausto tem a oferecer í  sociologia.
Zygmunt Bauman, sociólogo de origem polonesa, ressalta aqui como o significado do Holocausto pôde ser subestimado em nossa compreensão de modernidade: ora o Holocausto é reduzido a algo que aconteceu com os judeus, ora é visto como representando aspectos repulsivos da vida social que o progresso da modernidade irá gradualmente superar.
Não há nada comparável a este livro na literatura sociológica. Sutil, porém intenso e perturbador, causará grande impacto tanto naqueles que lidam diretamente com a disciplina da sociologia como nos interessados por um dos fenômenos mais terrí­veis de nosso tempo.