Rita Barreto
Os Maia consideram 25 de julho, dia fora do tempo, como uma grande oportunidade de reciclar, recomeçar, recarregar as energias, liberar o que já não é mais preciso, agradecer por tudo que foi recebido no período anterior em todos os aspectos. Agradecendo inclusive mesmo os momentos aparentemente ruins ou dramáticos, pois terão sido importantes aspectos de nosso aprendizado e evolução como seres humanos cuja essência é espiritual. Nesse dia que manifesta uma maior conexão com a Essência Geradora, os antigos Maias reservavam muito tempo para orar, meditar e receber a orientação interior quanto aos próximos passos a serem dados no Caminho em direção a evolução espiritual.
No dia 26 de Julho recomeça um novo ciclo com o nascimento astronômico de Sirius, que se eleva no horizonte junto com o Sol, trazendo uma energia de limpeza e purificação interior, trabalhando sutilmente nossos corpos sutis, principalmente o emocional.
O novo ciclo será regido pela Lua (Lua Planetária Vermelha) estimulando a necessidade de limpar casa, relacionamentos, pensamentos, medos, culpas, tristezas, mágoas; enfim, largando de vez ‘aquela mala sem alça’, é o ano propício para a cura emocional e de atitudes e a reciclagem de costumes e valores a favor do amor, a comunhão e o belo.
Feliz fim de ano e inicio de novo ano!
Alegria!
Quem quiser obter mais informações ou encomendar o Calendário,
pode entrar nos sites: www.calendariodapaz.com.br ou www.calendariomaia.com.br.

Eu não sei porque cargas d’água me deu vontade de fotografar meus livros. Que tipo de exibicionismo é esse ainda não descobri. Mas como dizia a filósofa Solange…
(física ou verbal) em ninguém. Então ficaram eles, os livrinhos, meu consumismo, minha mania. Eu não leio todos, precisaria mais umas 3 vidas, mas gosto de colecionar. Quando eu morrer, se o Tatá [ou meu outro(s) filho(s)] não quiser(em) vou deixar em testamento pra alguma biblioteca pública. É consumismo. Assim espero que sirva pra mais alguém além de mim.



7×07
Do amor e outros demônios


Meditação adaptada pelo Venerável Nhat Hanh do texto Visuddhimagga, escrito por Buddhagosa em 430 d.C. – texto tradicional do budismo theravada.