Uma palavra de madeira cai no chão

Faz-se urgente compreender a necessidade de aprender a viver sabiamente.Se queremos uma mudança definitiva, faz-se necessário que tal mudança se verifique primeiro dentro de nós mesmos; se não eliminamos nada do que temos internamente, externamente a vida continuará com suas dificuldades”.

Samael Aun Weor

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Eu vou postar hoje. Ainda não tenho assunto, não tenho muito o que dizer, mas estou aqui, postando. Quer dizer, eu tenho assunto, muita coisa está acontecendo, mas no meu í­ntimo, nada interessante pra que se leia num blog, nem nada que deva/possa ser dito em público. Mas bem fervilhante aqui dentro.

Então vou começar contando que esse ano, pela primeira vez na minha história eu fiz a ceia de Ano Novo. Coisa inédita e quem me falasse isso há pouco tempo atrás seria encarado com riso. Eu? Cozinhar? Fazer ceia? Ceia de Ano Novo ainda por cima? Pff. Eu acharia que a pessoa estaria surtando. Mas eu fiz. E gostei muito fazer, eu e maridão fizemos. Um lombo marinado mais de 24 horas e mais 3 outros pratos. E sobremesa elaborada. Tudo na cozinha, aquele cômodo da casa que eu sempre evito e com o qual já estive muito pouco familiarizada.

Eu fiz. Na verdade não ficou assim grandes coisas não. Só a sobremesa, essa sim ficou divina. Mas foi um passo grande. Em direção í  que eu não sei. Foi estranho fazer uma ceia inteira. No final estivemos com a casa cheia. Minha avó querida, a pessoa que me ama incondicionalmente veio. E foi muito legal. Espero cozinhar mais nesse ano. Porque cozinhei muito, mas comi surpreendentemente pouco. Não sei exatamente porque. E foi bom. Eu gosto demais de me surpreender positivamente. Quem não gosta né?

Então deixo esse relatinho aqui, porque o primeiro dia do ano daqui a pouco acaba e eu estou compromissada com o emagrecimento esse ano, e com esse blog em consequência. Tenho registrado tudo no diário, isso é imporantate me faz bem, mas preciso elaborar aqui o processo. É isso, então. Só, mas por enquanto.

Feliz Ano Novo. Bem Leve.

vortei

Quem eu devo combater, já que sou meu próprio inimigo?
Quem salvará quem, já que sou meu próprio salvador?
Sou a própria testemunha das minhas ações e inações.
Serei livre quando domar a mim mesmo.

Dharmaraksita (séc. X)

Voltei. Agora acho que mesmo, mesmo, embora esteja pintando outra viagem no fim de semana, mas vamos ver. Fiquei de sexta até ontem em são Paulo, com amigas queridí­ssimas, num fim de semana maravilhoso, delicioso, pra mim e pro filhote.

Agora é hora de começar a colocar a rotina no lugar e entrar em 2009 que está vem-não-vem pra mim desde o começo de dezembro. E depois do carnaval eu volto a trabalhar e quero voltar com a vida engatada já.

Eu emagreci um pouco, mas tendo em vista que nem pensei em RA, em dieta regime nem nada, teve dia que eu vivi de sobremesa, estou dando graças aos céus. Eu estou num peso que não alcançava a um ano. Vou esperar pra ver a rotina como vai ficar, como minha cabeça vai lidar com isso tudo. Mas tenho fé, ora se tenho. Senão…

Então que a velha máxima se confirmou, é preciso mesmo ter outros prazeres pra desencanar da comida, da compulsão. E também é preciso ir devagar, ir com serenidade. Eu na verdade não sei se isso de fato veio pra ficar em mim, não sei o quanto eu ainda vou ter de compulsão. Mas a realidade é que crise compulsiva eu não tenho desde o fim de dezembro. Talvez seja pra ficar, sei lá, acho que vou aproveitar pra testar alguma dieta, algum programa de controle alimentar, ainda não decidi qual. Quem sabe o velho VP mesmo. Por enquanto é só isso.