
Coleção: DEBATES, 115
Autor: KUHN, THOMAS S.
Tradutor: BOEIRA, BEATRIZ VIANNA
Editora: PERSPECTIVA
Assunto: CIENCIAS/FILOSOFIA E HISTORIA
ISBN : 8527301113
ISBN-13: 9788527301114
Livro em português
Brochura
8ª Edição – 2003 – 264 pág.

Coleção: DEBATES, 115
Autor: KUHN, THOMAS S.
Tradutor: BOEIRA, BEATRIZ VIANNA
Editora: PERSPECTIVA
Assunto: CIENCIAS/FILOSOFIA E HISTORIA
ISBN : 8527301113
ISBN-13: 9788527301114
Livro em português
Brochura
8ª Edição – 2003 – 264 pág.
Sobre a Felicidade
Ansiedade e Consumo na Era do Hipercapitalismo
Autor: Renata Salecl
Editora: Alameda
1ª edição, 2005, São Paulo
Páginas: 58
Formato: 14 x 22 cm
Acabamento: Brochura
ISBN: 859832517-1
Neste ensaio, que apresenta ao leitor brasileiro sua autora, Salecl faz uso do imenso arsenal disponível na história da cultura, da psicanálise í filosofia de Walter Benjamin, dos mais recentes estudos sobre a ansiedade e o consumo ao fenômeno dos livros de auto-ajuda, a fim de colocar o atual momento da história (e as rápidas e crescentes mudanças na ordem da economia, da tecnologia e da sociedade) em um imaginário divã. Após a leitura de Sobre a felicidade, será difícil continuar acreditando que a democracia representativa faz as pessoas livres, ou que a simples visita a um supermercado é um ato inocente.
A autora: A socióloga e filósofa eslovena Renata Salecl, pertencente ao grupo do filósofo Slavoj Zizek, estuda os fenômenos comportamentais no atual momento do capitalismo. Professora na London School of Economics e na University of Cambridge, na Inglaterra, ela é autora de On Anxiety (Routledge, 2004) e Perversions of Love and Hate (Verso, 2000).
***Livro todo lido. Concluído em 20/03/07
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Eu não consigo me reconhecer tão gorda assim, essa não sou eu. Não posso ter engordado tanto assim. Eu me deformei, estou irreconhecível. Mas eu vou emagrecer, aliás estou emagrecendo agora. Preciso informar ao meu subconsciente que eu estou emagrecendo, que eu posso emagrecer, que eu consigo. Porque eu já me maltratei demais engordando tanto assim.
ações:
Eu estou perdendo minha habilidade social. Talvez seja resultado de oito anos como cobradora de impostos do dia da derrama. Talvez seja o casamento que sem querer isola a gente de saídas, de baladas, etc. Talvez eu esteja passando por algum período de esquisitice aguda que já dura muito tempo, não sei o que é. Sei que tenho pensado muito sobre isso, e vejo que não consigo mais interagir como antes. As pessoas me machucam, o encontro com elas é como esbarrar em uma ferida aberta (que na verdade é o que me tornei, uma grande ferida aberta). Eu não consigo mais interagir, com exceção de poucas pessoas, as pessoas me doem e não era assim.
Eu sempre tive muitos amigos, namorados, encontros, mas agora eu me magoo toda hora e troco os pés pelas mãos em qualquer interação. Eu tenho a forte suspeita de que é resultado do meu trabalho, onde todos os encontros são embates, onde eu não sou bem vinda em lugar nenhum, onde praticamente todo mundo está mentindo pra mim. Eu lido com o lado mais sujo do ser humano, podem acreditar, o lado mais sujo é o bolso do ser humano, é incrível como as pessoas despertam o pior de si quando o assunto é o
seu patrimônio material. A gente sabe disso, mas lidar diariamente com isso é feroz. Acho que ao longo dos anos essa lida diária veio minando minha capacidade de interagir com o mundo as pessoas em geral. Eu fiquei assustada em perceber como fiquei inábil no trato com o ser humano, eu estou virando uma eremita (mentalmente), que só quer isolamento e distância do ser humano, sabe? E óbvio que isso não é saudável. De todo modo, perceber isto talvez já seja um passo para barrar este processo.
espero que em breve a gente não precise mais de um dia nosso.
já postei esse poema no meu blog velho, mas gosto muito dele.
“Nenhum líder vai nos dar paz, nenhum governo, nenhum exército, nenhum país. O que nos vai dar paz é a transformação interior que nos conduzirá í ação exterior. A transformação interior não é isolamento, desistência da ação exterior. Ao contrario, só pode haver a ação correta quando há o pensamento correto, e não existe pensamento correto quando não existe autoconhecimento. Sem conhecer a si mesmo, não existe paz.”
Jiddhu Krishnamurti