{"id":1968,"date":"2024-04-13T23:03:26","date_gmt":"2024-04-13T23:03:26","guid":{"rendered":"https:\/\/nalua.in\/notas\/?p=1968"},"modified":"2024-04-14T02:28:30","modified_gmt":"2024-04-14T02:28:30","slug":"ha-ferrugem-nos-sorrisos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nalua.in\/notas\/ha-ferrugem-nos-sorrisos\/","title":{"rendered":""},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/telegra.ph\/H%C3%A1-tempos-04-13\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-size: 8pt;\">h\u00e1 ferrugem nos sorrisos<\/span><\/a><br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-1870 aligncenter\" src=\"https:\/\/nalua.in\/notas\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/cats800-1.jpg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"139\" srcset=\"https:\/\/nalua.in\/notas\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/cats800-1.jpg 800w, https:\/\/nalua.in\/notas\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/cats800-1-300x52.jpg 300w, https:\/\/nalua.in\/notas\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/cats800-1-768x133.jpg 768w, https:\/\/nalua.in\/notas\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/cats800-1-150x26.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Belo Horizonte, 14 de abril de 2024<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>\ud83c\udf24\ufe0f19\u00b0 &#8211; 29\u00ba<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-decoration: underline;\">Dia do Caf\u00e9<\/span> e v\u00e9spera do anivers\u00e1rio da <span style=\"text-decoration: underline;\">Maria Ang\u00e9lica<\/span>. Em <strong>1909<\/strong> <span style=\"text-decoration: underline;\">Carlos Chagas<\/span> descobre a doen\u00e7a de Chagas, causada pelo Trypanosoma cruzi. Em <strong>1939<\/strong> o livro <span style=\"text-decoration: underline;\">As Vinhas da Ira, de John Steinbeck<\/span> foi publicado. Em <strong>2003<\/strong>, 99% do <span style=\"text-decoration: underline;\">genoma humano<\/span> foi sequenciado pelo Projeto do Genoma Humano o que possibilitou que eu soubesse que sou descendente dos povos <span style=\"text-decoration: underline;\">Massai<\/span> e <span style=\"text-decoration: underline;\">Basco<\/span>. Em <strong>1896<\/strong> nasceu <span style=\"text-decoration: underline;\">Alfredo Volpi<\/span>, em <strong>1950<\/strong> <span style=\"text-decoration: underline;\">P\u00e9ter Esterh\u00e1zy<\/span>, em <strong>1982<\/strong> veio <span style=\"text-decoration: underline;\">Paolla Oliveira<\/span>. Em <strong>1976<\/strong> morreu <span style=\"text-decoration: underline;\">Zuzu Angel<\/span> assassinada pelo estado brasileiro. Em <strong>1986<\/strong> nos deixou <span style=\"text-decoration: underline;\">Simone de Beauvoir<\/span>, e em <strong>2018<\/strong> se foi <span style=\"text-decoration: underline;\">Milo\u0161 Forman<\/span>.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: center;\">Solit\u00e1rio<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Como um fantasma que se refugia<\/em><br \/>\n<em>Na solid\u00e3o da natureza morta,<\/em><br \/>\n<em>Por tr\u00e1s dos ermos t\u00famulos, um dia,<\/em><br \/>\n<em>Eu fui refugiar-me \u00e0 tua porta!<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Fazia frio e o frio que fazia<\/em><br \/>\n<em>N\u00e3o era esse que a carne nos contorta&#8230;<\/em><br \/>\n<em>Cortava assim como em carni\u00e7aria<\/em><br \/>\n<em>O a\u00e7o das facas incisivas corta!<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Mas tu n\u00e3o vieste ver minha Desgra\u00e7a!<\/em><br \/>\n<em>E eu sa\u00ed, como quem tudo repele,<\/em><br \/>\n<em>&#8211; Velho caix\u00e3o a carregar destro\u00e7os &#8211;<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Levando apenas na tumba carca\u00e7a<\/em><br \/>\n<em>O pergaminho singular da pele<\/em><br \/>\n<em>E o chocalho fat\u00eddico dos ossos!<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\u2694\ufe0f<\/p>\n<p class=\"autor\" style=\"text-align: center;\"><strong>Augusto dos Anjos<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<h2>Em 14 de Abril de 1958 escreveu Sylvia Plath em seu di\u00e1rio:<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-decoration: underline;\">14 de abril: segunda-feira \u00e0 noite:<\/span> <em>Ainda me sinto grogue &amp; confusa demais embora convalescente, com pregui\u00e7a de tomar banho e lavar o cabelo. E muito cansada. Acordei com o sol brilhando e comi uma suculenta toranja rosada com mel, meia torrada com bacon &amp; pedacinhos de f\u00edgado de frango cozidos demais &amp; caf\u00e9 com pouco leite.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>[&#8230;]A sala da turma de Arvin das 8:45 permaneceu vazia por um momento. Sentei-me na cadeira do canto, perto da janela, e contemplei a paisagem luminosa amarelo-cromo do imp\u00e9rio de Alexandre: ser um padeiro em um dos postos remotos: a mente se acovarda em espa\u00e7os abertos infinitos em \u00e9pocas intermin\u00e1veis. Incomodada, como se ajustasse o ouvido delicado e a vis\u00e3o confinada ao leito ao sair de uma longa enfermidade \u00e0 luminosidade e burburinho do mundo saud\u00e1vel, ponderei se estaria na sala correta, se aquele n\u00e3o seria o dia do exame e eu, por distra\u00e7\u00e3o, tivesse esquecido disso.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>[&#8230;]Estou relendo &#8220;Moby Dick&#8221;, preparando-me para o dil\u00favio de exames amanh\u00e3 \u2013 maravilhada e deslumbrada com as cad\u00eancias b\u00edblicas &amp; shakespearianas,\u00a0 com a rica &amp; brilhante &amp; fragrante recria\u00e7\u00e3o do espermacete, do \u00e2mbar-gris\u00a0 \u2013 milagre colosso, o imponente leviat\u00e3. Um dos meus poucos desejos: estar segura, pois sou covarde) a bordo de um baleeiro, durante o processo de transformar um monstro e luz &amp; calor.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>[&#8230;]Caminhei pelo parque ao crep\u00fasculo. Um fais\u00e3o piou perto de n\u00f3s, correu, decolou exibindo a longa cauda. Encontramos duas penas azuis de gaio\u00a0<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Os Di\u00e1rios de Sylvia Plath -1950-1962 -. Ed. Biblioteca azul<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-1969 aligncenter\" src=\"https:\/\/nalua.in\/notas\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/joanadesespero.jpg\" alt=\"\" width=\"330\" height=\"389\" srcset=\"https:\/\/nalua.in\/notas\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/joanadesespero.jpg 330w, https:\/\/nalua.in\/notas\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/joanadesespero-254x300.jpg 254w, https:\/\/nalua.in\/notas\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/joanadesespero-150x177.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 330px) 100vw, 330px\" \/><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Em tudo somos atribulados, mas n\u00e3o angustiados; perplexos, mas n\u00e3o desanimados; perseguidos, mas n\u00e3o desamparados; abatidos, mas n\u00e3o destru\u00eddos. <span class=\"t\" data-v=\".10.\">Trazendo sempre por toda a parte a mortifica\u00e7\u00e3o do Senhor no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste tamb\u00e9m nos nossos corpos. <\/span><span class=\"t\" data-v=\".11.\">E assim n\u00f3s, que vivemos, estamos sempre entregues \u00e0 morte por amor de Jesus, para que a vida de Jesus se manifeste tamb\u00e9m na nossa carne mortal. <\/span><span class=\"t\" data-v=\".12.\">De maneira que em n\u00f3s opera a morte, mas em v\u00f3s a vida.<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>2 Cor\u00edntios 4:8-12<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-1972 aligncenter\" src=\"https:\/\/nalua.in\/notas\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/dezespadasp.jpg\" alt=\"\" width=\"350\" height=\"535\" srcset=\"https:\/\/nalua.in\/notas\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/dezespadasp.jpg 350w, https:\/\/nalua.in\/notas\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/dezespadasp-196x300.jpg 196w, https:\/\/nalua.in\/notas\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/dezespadasp-150x229.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 350px) 100vw, 350px\" \/><\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\">Oportunidade para um pequeno desespero<\/h2>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>N\u00e3o existe amor pela vida sem desespero pela vida\u00a0<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Albert Camus<\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">10 de espadas, essa carta que \u00e9 o <strong>pesadelo<\/strong> dos cartomantes e consulentes. <strong>Pesadelo<\/strong> traduz muito bem o esp\u00edrito dessa carta, \u00e9 <strong>a Hora do Pesadelo<\/strong>, de fato. Todos as cartas de n\u00famero dez no tar\u00f4 representam <strong>o fim, a conclus\u00e3o<\/strong>, <strong>o desfecho<\/strong> de algo. E o dez associado ao reino mental das espadas pode representar o fim de um per\u00edodo de <strong>muita dor, de muito desespero e conturba\u00e7\u00e3o<\/strong>. O tar\u00f3logo Giancarlo Kind Schmid diz que o axioma dessa carta \u00e9 <strong>\u201co fim da dor ou a dor do fim\u201d<\/strong>. E sim, \u00e9 bem isso. Pode ser que estejamos <strong>sucumbindo ao desespero<\/strong> e nos consideremos mortos para alguma coisa, o que nos causa grande dor, tem sempre alguma dor quando se encontra essa carta. Mas a magn\u00edfica tar\u00f3loga Rachel Pollack tamb\u00e9m nos faz notar que essa carta \u00e9 representada por um homem abatido com 10 espadas cravadas nas costas. O que pode sugerir um<strong> grande toque de exagero<\/strong>, de <strong>histeria mesmo<\/strong>, uma vez que basta uma espada para aniquilar algu\u00e9m. <strong>Desferir 10 golpes com 10 espadas mostra um descontrole, uma exaspera\u00e7\u00e3o que muito provavelmente n\u00e3o corresponde \u00e0 realidade do que se est\u00e1 passando<\/strong>.<br \/>\nVisto desta forma, o 10 de espadas pode nos fazer pensar que aquilo de ruim, ou muito ruim com o que estamos lidando na verdade<strong> n\u00e3o o \u00e9 tanto assim<\/strong>, e que por raz\u00f5es leg\u00edtimas ou n\u00e3o, estamos exagerando a ruindade da situa\u00e7\u00e3o.<br \/>\nMas o 10 tamb\u00e9m \u00e9 uma carta complexa e com suas nuances. <strong>N\u00e3o h\u00e1 como escapar de seu car\u00e1ter de dor<\/strong>, mesmo que seja do <strong>fim da pr\u00f3pria dor<\/strong>. Mas <strong>qual \u00e9 a vida que n\u00e3o tem dor?<\/strong> Ele nos lembra que n\u00e3o existe tal configura\u00e7\u00e3o. N\u00e3o existe ningu\u00e9m que possa passar pela vida sem alguma dor. O medo da dor aumenta a dura\u00e7\u00e3o e a intensidade da pr\u00f3pria dor. Faz parte da maturidade saber disso, que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel viver sem dor.<br \/>\nEnt\u00e3o esse arcano aparece para que <strong>voc\u00ea lide com alguma dor essa semana<\/strong>. Ainda que seja alguma dor f\u00edsica. Que pode ir desde um <strong>pequeno corte num papel, uma topada com o mindinho numa quina, ou outra dor mais pungente.<\/strong><br \/>\nAssim que eu tirei essa carta ficou claro que <strong>na minha vida<\/strong> essa carta \u00e9 o retrato do que estou vivendo agora, dores atrozes de fibromialgia pelo corpo. Foi poss\u00edvel ver nitidamente a dor que as espadas me causam, \u00e9 como se eu estivesse mesmo com espadas no corpo. Mas a\u00ed eu me lembro da <strong>histeria<\/strong> e <strong>exagero<\/strong> que pode ter nesta carta e tento me acalmar e me distrair.<br \/>\nA mensagem da carta \u00e9, <strong>a dor faz parte, mas pense se n\u00e3o h\u00e1 uma balb\u00fardia desnecess\u00e1ria da sua parte ao lidar com ela<\/strong>. Pense tamb\u00e9m que essa carta, de maneira infal\u00edvel representa o<strong> fim, e tamb\u00e9m o fim da dor<\/strong>. <strong>A dor vai acabar<\/strong>, tudo passa, vamos respirar fundo, aceitar e<strong> viver o que n\u00e3o est\u00e1 doendo<\/strong>. <strong>At\u00e9 que volte a doer<\/strong>.<br \/>\nTamb\u00e9m o tar\u00f3logo e pesquisador Giancarlo nos adverte que o modo como as espadas atingem as costas da pessoa sugere covardia, j\u00e1 que chegam sem que haja oportunidade de defesa.<br \/>\nEm muitas leituras de tar\u00f4, o 10 de Espadas pode ser interpretado como o <strong>&#8220;golpe de miseric\u00f3rdia\u201d<\/strong>.<br \/>\nE vamos lembrar que na pr\u00f3pria carta existe o <strong>amanhecer<\/strong>, sugerindo que <strong>novos dias e novos come\u00e7os est\u00e3o chegando<\/strong>. Este arcano tamb\u00e9m pode sugerir desist\u00eancia nas situa\u00e7\u00f5es em que nos sentimos sobrecarregados e incapazes de lidar com tantos problemas. Pode ser visto como um ato de liberta\u00e7\u00e3o diante de um sofrimento prolongado. O fim de uma hist\u00f3ria pode parecer inevit\u00e1vel, mas tamb\u00e9m pode significar liberta\u00e7\u00e3o, o famoso <strong>livramento<\/strong>.<br \/>\nUma das palavras de ordem dessa carta \u00e9 <strong>desespero<\/strong>. Pensemos que pode ser um <strong>desespero exagerado<\/strong>, meio carregado de <strong>histeria<\/strong> e algum toque de <strong>covardia<\/strong>. O fil\u00f3sofo Kierkegaard fala muito bem sobre a esterilidade do desespero, de sua inutilidade:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>[&#8230;] o desespero \u00e9, portanto, a \u201cdoen\u00e7a mortal\u201d, esse supl\u00edcio contradit\u00f3rio, essa enfermidade do eu: eternamente morrer, morrer sem, todavia, morrer, morrer a morte. Porque morrer significa que tudo est\u00e1 acabado, mas morrer a morte significa viver a morte; e viv\u00ea-la um s\u00f3 instante, \u00e9 viv\u00ea-la eternamente. Para que se morresse de desespero como duma doen\u00e7a, o que h\u00e1 de eterno em n\u00f3s, no eu, deveria poder morrer, como o corpo morre de doen\u00e7a. Ilus\u00e3o! No desespero, o morrer continuamente se transforma em viver. Quem desespera n\u00e3o pode morrer; assim com um punhal n\u00e3o serve para matar pensamentos, assim tamb\u00e9m o desespero, verme imortal, fogo inextingu\u00edvel, n\u00e3o devora a eternidade do eu, que \u00e9 o seu pr\u00f3prio sustent\u00e1culo. <\/em><br \/>\n<em>\u00a0<\/em><em>[&#8230;]Eis o \u00e1cido, a gangrena do desespero, esse supl\u00edcio cuja ponta, dirigida sobre o interior, nos afunda cada vez mais numa autodestrui\u00e7\u00e3o impotente. Bem longe de consolar o desesperado, pelo contr\u00e1rio, o insucesso do seu desespero em destru\u00ed-lo \u00e9 uma tortura, reanimada pelo seu rancor; porque \u00e9 acumulando sem cessar, no presente, o desespero pret\u00e9rito que ele desespera por n\u00e3o poder devorar-se nem se libertar do seu eu, nem aniquilar-se. Tal \u00e9 a f\u00f3rmula de acumula\u00e7\u00e3o do desespero, o crescer da febre nesta doen\u00e7a do eu.<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Saibamos nos desesperar com calma, sem desespero.<\/p>\n<p>Boa semana, que a dor seja m\u00ednima.<\/p>\n<table style=\"width: 100%; border-collapse: collapse; background-color: #d7f2fa;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 100%;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-1973 aligncenter\" src=\"https:\/\/nalua.in\/notas\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/10espadasp.jpeg\" alt=\"\" width=\"350\" height=\"628\" srcset=\"https:\/\/nalua.in\/notas\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/10espadasp.jpeg 350w, https:\/\/nalua.in\/notas\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/10espadasp-167x300.jpeg 167w, https:\/\/nalua.in\/notas\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/10espadasp-150x269.jpeg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 350px) 100vw, 350px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A carta de tar\u00f4 10 de espadas \u00e9 frequentemente associada a dor, sofrimento e finais dolorosos.\u00a0A imagem da carta 10 de espadas geralmente retrata uma figura ca\u00edda no ch\u00e3o, com 10 espadas cravadas em suas costas. Essa imagem pode ser perturbadora \u00e0 primeira vista, mas \u00e9 importante compreender que as espadas representam o intelecto, a mente e o poder da comunica\u00e7\u00e3o. Portanto, a presen\u00e7a de 10 espadas pode indicar um excesso de pensamentos negativos, preocupa\u00e7\u00f5es ou conflitos mentais.\u00a0Quando essa carta aparece em uma leitura de tar\u00f4, ela pode indicar que a pessoa est\u00e1 passando por um per\u00edodo de grande sofrimento mental. Isso pode ser causado por uma crise emocional, uma perda significativa ou um conflito interpessoal. A presen\u00e7a da carta 10 de espadas sugere que a pessoa est\u00e1 se sentindo sobrecarregada e derrotada, e pode estar tendo dificuldade em enxergar uma sa\u00edda para sua situa\u00e7\u00e3o.\u00a0A presen\u00e7a da carta 10 de espadas n\u00e3o significa que o sofrimento \u00e9 inevit\u00e1vel, mas sim que a pessoa est\u00e1 passando por um momento desafiador e precisa lidar com suas emo\u00e7\u00f5es e pensamentos de forma consciente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m disso, a carta 10 de espadas tamb\u00e9m pode ser interpretada como um convite para a pessoa se libertar de padr\u00f5es mentais negativos e autodestrutivos. Ela pode indicar a necessidade de buscar ajuda profissional, como terapia ou aconselhamento, para lidar com quest\u00f5es emocionais profundas e encontrar maneiras saud\u00e1veis de enfrentar os desafios da vida.\u00a0Por outro lado, a presen\u00e7a da carta 10 de espadas tamb\u00e9m pode ser interpretada como um sinal de que o sofrimento est\u00e1 chegando ao fim. Assim como todas as cartas do tar\u00f4, o 10 de espadas representa um ciclo, e sua presen\u00e7a pode indicar que a pessoa est\u00e1 prestes a superar seus desafios e encontrar al\u00edvio para suas dores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m disso, \u00e9 importante lembrar que as cartas de tar\u00f4 s\u00e3o multifacetadas e podem ter diferentes significados dependendo do contexto da leitura. Por exemplo, a presen\u00e7a de outras cartas de espadas ou cartas relacionadas ao sofrimento e \u00e0 supera\u00e7\u00e3o pode modificar a interpreta\u00e7\u00e3o do 10 de espadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A carta 10 de espadas no tar\u00f4 \u00e9 um s\u00edmbolo poderoso que representa sofrimento mental, desafios emocionais e crises pessoais. No entanto, sua presen\u00e7a em uma leitura n\u00e3o deve ser encarada como um press\u00e1gio negativo, mas sim como um convite para a pessoa refletir sobre suas emo\u00e7\u00f5es, buscar ajuda se necess\u00e1rio e encontrar maneiras saud\u00e1veis de lidar com suas dores. \u00c9 importante lembrar que as cartas de tar\u00f4 s\u00e3o ferramentas de autoconhecimento e crescimento pessoal, e que seu objetivo \u00e9 ajudar as pessoas a compreenderem melhor a si mesmas e as situa\u00e7\u00f5es que est\u00e3o vivenciando.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h2 style=\"text-align: center;\">Um Texto que Afasta a Noite Escura da Alma<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Para o homem, a grande maravilha \u00e9 estar vivo. Para o homem, tal como para a flor, o animal e o p\u00e1ssaro, o supremo triunfo \u00e9 estar mais intensa, mais perfeitamente vivo. Saibam o que souberem os por-nascer e os mortos, n\u00e3o podem conhecer a beleza, a maravilha que \u00e9 estarmos vivos na nossa carne. Os mortos podem cuidar do \u00abap\u00f3s\u00bb. Por\u00e9m, o magn\u00edfico \u00abaqui e agora\u00bb da vida em estado de carne \u00e9 nosso, nosso e de mais ningu\u00e9m, e s\u00f3 nosso durante um certo tempo. Dev\u00edamos dan\u00e7ar em \u00eaxtase por estarmos vivos e em estado de carne, por fazermos parte do vivo e encarnado cosmo. Eu fa\u00e7o parte do sol, tal como os meus olhos fazem parte de mim. Que fa\u00e7o parte da terra, sabem-no perfeitamente os meus p\u00e9s; e o meu sangue faz parte do mar. A minha alma sabe que fa\u00e7o parte da ra\u00e7a humana, que a minha alma \u00e9 uma parte org\u00e2nica da grande alma humana, tal como o meu esp\u00edrito faz parte da minha na\u00e7\u00e3o. No meu pr\u00f3prio e verdadeiro eu, fa\u00e7o parte da minha fam\u00edlia. Exceptuada a mente, nada em mim h\u00e1 que seja solit\u00e1rio e absoluto, e havemos de descobrir que a mente por si s\u00f3 n\u00e3o existe, que n\u00e3o passa de um cintilar de sol na superf\u00edcie das \u00e1guas.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Por isso o meu individualismo \u00e9, realmente, uma ilus\u00e3o. Fa\u00e7o parte do grande todo e nunca poderei escapar-lhe. Posso, por\u00e9m, negar as minhas liga\u00e7\u00f5es, quebr\u00e1-las e transformar-me num fragmento. Desgra\u00e7ar-me-ei, ent\u00e3o.<\/em><br \/>\n<em>Aquilo que queremos destruir s\u00e3o as nossas liga\u00e7\u00f5es falsas, inorg\u00e2nicas, em especial as relacionadas com o dinheiro, e restabelecer as vivas liga\u00e7\u00f5es org\u00e2nicas com o cosmo, o sol e a terra,<\/em><br \/>\n<em>com a humanidade, a na\u00e7\u00e3o e a fam\u00edlia. E se come\u00e7armos pelo sol, lenta, lentamente o resto vir\u00e1.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>D. H. Lawrence &#8211; Apocalipse &#8211; Ed. Hiena &#8211; Lisboa<\/strong><\/p>\n<table style=\"width: 100%; border-collapse: collapse; background-color: #f2e6fa;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 100%;\">\n<h2 style=\"text-align: center;\">\u00c9 preciso come\u00e7ar pela noite<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Arte que tem a ver com desespero, com sofrimento e fim da dor n\u00e3o falta. Tem coisa demais, falo aqui de algumas poucas que me tocaram, para o bem e para o mal. Queria ter tido mais tempo pra pensar, pra escolher com mais calma, mas o 10 de espadas \u00e9 isso tamb\u00e9m, se movimentar no espa\u00e7o que a dor deixa, e essa tem sido a minha realidade.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h3 style=\"text-align: center;\">Livro<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-1977 aligncenter\" src=\"https:\/\/nalua.in\/notas\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/51UdKJDe2TL.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"426\" srcset=\"https:\/\/nalua.in\/notas\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/51UdKJDe2TL.jpg 352w, https:\/\/nalua.in\/notas\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/51UdKJDe2TL-211x300.jpg 211w, https:\/\/nalua.in\/notas\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/51UdKJDe2TL-150x213.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O Morro dos Ventos Uivantes &#8211; Emily Bront\u00eb.<em> N\u00e3o falta desespero, exagero, dor, perdas, covardias e histerias neste livro que \u00e9 magn\u00edfico, e que n\u00e3o \u00e9 um romance de amor. Penso nele demais quando vejo o 10 de espadas, os elementos est\u00e3o ali, todos. Fora que \u00e9 um daqueles cl\u00e1ssicos incontorn\u00e1veis, imperd\u00edveis, que s\u00e3o um deleite de leitura. As aventuras de Catherine e Heathcliff s\u00e3o daquelas constru\u00e7\u00f5es humanas que fazem valer a pena estar vivo s\u00f3 para se ter o prazer de conhecer.<\/em><\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Morro dos Ventos Uivantes, escrito por Emily Bront\u00eb e publicado em 1847, \u00e9 uma hist\u00f3ria que se passa na sombria e isolada regi\u00e3o de Yorkshire, na Inglaterra, e gira em torno das fam\u00edlias Earnshaw e Linton, cujas vidas s\u00e3o entrela\u00e7adas por la\u00e7os de amor, \u00f3dio e vingan\u00e7a. A trama se inicia com a chegada do \u00f3rf\u00e3o Heathcliff \u00e0 mans\u00e3o dos Earnshaw, onde \u00e9 acolhido pelo patriarca da fam\u00edlia e acaba se tornando pr\u00f3ximo de Catherine, a filha dos donos da casa. A rela\u00e7\u00e3o entre Heathcliff e Catherine \u00e9 marcada por uma paix\u00e3o intensa, mas tamb\u00e9m por conflitos e rivalidades.\u00a0A narrativa de Bront\u00eb explora as profundezas da natureza humana, revelando os desejos mais sombrios e as emo\u00e7\u00f5es mais intensas de seus personagens. Heathcliff, em particular, \u00e9 retratado como um homem atormentado pela perda de Catherine e consumido pelo desejo de vingan\u00e7a contra aqueles que o desprezaram. Sua rela\u00e7\u00e3o com a fam\u00edlia Linton tamb\u00e9m \u00e9 marcada por intrigas e manipula\u00e7\u00f5es, resultando em consequ\u00eancias tr\u00e1gicas para todos os envolvidos. A ambienta\u00e7\u00e3o sombria e isolada da hist\u00f3ria contribui para criar uma atmosfera de melancolia e desola\u00e7\u00e3o, que reflete o turbilh\u00e3o de emo\u00e7\u00f5es vivenciado pelos personagens.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Wuthering Heights (traduzido para portugu\u00eas como O Morro dos Ventos Uivantes, O Monte dos Vendavais ou ainda Colina dos Vendavais), foi o \u00fanico romance da escritora brit\u00e2nica Emily Bront\u00eb. Hoje considerado um cl\u00e1ssico da literatura inglesa, recebeu fortes cr\u00edticas no s\u00e9culo XIX.\u00a0Teve v\u00e1rias adapta\u00e7\u00f5es para a televis\u00e3o e para o cinema, uma delas sendo dirigida pelo cineasta brit\u00e2nico A. V. Bramble. Na m\u00fasica, originou um \u00e1lbum do grupo musical Genesis: Wind and Wuthering: o t\u00edtulo do \u00e1lbum \u00e9 uma alus\u00e3o a Wuthering Heights, e a faixa &#8220;Afterglow&#8221; aos personagens Heathcliff e Catherine. Tamb\u00e9m inspirou uma can\u00e7\u00e3o de sucesso, &#8220;Wuthering Heights&#8221;, composta e interpretada por Kate Bush para o \u00e1lbum The Kick Inside, de 1978, e posteriormente regravada pela banda brasileira Angra, em seu \u00e1lbum Angels Cry, de 1993.<\/p>\n<hr \/>\n<h3 style=\"text-align: center;\">Filme<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-1978 aligncenter\" src=\"https:\/\/nalua.in\/notas\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/dancandonoescurop.jpg\" alt=\"\" width=\"350\" height=\"525\" srcset=\"https:\/\/nalua.in\/notas\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/dancandonoescurop.jpg 350w, https:\/\/nalua.in\/notas\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/dancandonoescurop-200x300.jpg 200w, https:\/\/nalua.in\/notas\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/dancandonoescurop-150x225.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 350px) 100vw, 350px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Dan\u00e7ando no Escuro &#8211; Lars Von Trier &#8211; 2000. <em>N\u00e3o vou enganar ningu\u00e9m. Eu ODEIO esse filme. Odeio, com todas as minhas for\u00e7as. N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel tanta desgra\u00e7a, tanta dor, tanta perda numa hist\u00f3ria s\u00f3. \u00c9 desgra\u00e7a demais. Mas eu indico porque sei que sou exce\u00e7\u00e3o e porque reconhe\u00e7o o valor dele. Se n\u00e3o fosse um grande filme e s\u00f3 fosse um filme tr\u00e1gico eu n\u00e3o indicaria, acho. Eu tive uma experi\u00eancia de intenso sofrimento, inclusive f\u00edsico, vendo esse filme e acho que nunca vou rever. Mas ele \u00e9 muito o 10 de espadas, inclusive no fim da dor, no sofrimento intenso, na histeria, porque sim, na minha opini\u00e3o \u00e9 um filme bastante hist\u00e9rico. Fica a dica. E \u00e9 aquilo, vejam por sua conta e risco.\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">Selma \u00e9 uma imigrante checa e m\u00e3e solteira que trabalha em uma f\u00e1brica no interior dos Estados Unidos. Sua salva\u00e7\u00e3o \u00e9 paix\u00e3o pela m\u00fasica, especialmente os musicais cl\u00e1ssicos de Hollywood. Selma est\u00e1 perdendo a vis\u00e3o e seu filho Gene pode sofrer o mesmo destino se ela n\u00e3o conseguir economizar dinheiro suficiente para fazer uma opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<hr \/>\n<h3 style=\"text-align: center;\">Anime<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-1979 aligncenter\" src=\"https:\/\/nalua.in\/notas\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/SnK_Volume1.png\" alt=\"\" width=\"327\" height=\"479\" srcset=\"https:\/\/nalua.in\/notas\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/SnK_Volume1.png 327w, https:\/\/nalua.in\/notas\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/SnK_Volume1-205x300.png 205w, https:\/\/nalua.in\/notas\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/SnK_Volume1-150x220.png 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 327px) 100vw, 327px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ataque dos Tit\u00e3s. Adapta\u00e7\u00e3o de: Shingeki no Kyojin &#8211; 2013.<em> O anime que eu mais gosto. Sou apaixonada por esse anime, acho sensacional o desenho, a hist\u00f3ria, o encadeamento, tudo. E ele \u00e9 bem uma representa\u00e7\u00e3o do 10 de espadas. Tem tudo do 10 de espadas nele, muita dor, muita espada, muito ataque, muita histeria, muitos sustos. Recomendo demais pra quem gosta de anime. J\u00e1 me deu vontade de rever, vou propor ao Akio pra ver se ele topa.\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">Shingeki no Kyojin (\u9032\u6483\u306e\u5de8\u4eba? lit. &#8220;O Gigante de Avan\u00e7o&#8221;) tamb\u00e9m conhecido pelo t\u00edtulo em ingl\u00eas Attack on Titan, e em portugu\u00eas Ataque dos Tit\u00e3s, \u00e9 uma s\u00e9rie de mang\u00e1 escrita e ilustrada por Hajime Isayama. \u00c9 ambientado em um mundo onde a humanidade vive dentro de cidades cercadas por tr\u00eas enormes muralhas que os protegem dos gigantescos human\u00f3ides devoradores de humanos chamados de Tit\u00e3s; a hist\u00f3ria segue Eren Jaeger, que jura exterminar os Tit\u00e3s, ap\u00f3s um Tit\u00e3 causar a destrui\u00e7\u00e3o de sua cidade natal e a morte de sua m\u00e3e. Shingeki no Kyojin teve seus cap\u00edtulos publicados na revista mensal de mang\u00e1s sh\u014dnen Bessatsu Sh\u014dnen Magazine da editora Kodansha entre setembro de 2009 e abril de 2021, com os seus cap\u00edtulos compilados em 34 volumes tank\u014dbon.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma adapta\u00e7\u00e3o em uma s\u00e9rie de anime de televis\u00e3o do mang\u00e1 foi produzida pelos est\u00fadios Wit Studio (temporadas 1\u20133) e MAPPA (temporada 4).\u00a0Shingeki no Kyojin tornou-se um sucesso comercial e da cr\u00edtica mundial. Em setembro 2022, bateu a marca de 110 milh\u00f5es de c\u00f3pias impressas de seus volumes tank\u014dbon em todo o mundo, tornando-se uma das s\u00e9ries de mang\u00e1 mais vendidas de todos os tempos. Ele ganhou 15 pr\u00eamios, incluindo o Pr\u00eamio de Mang\u00e1 Kodansha, Pr\u00eamio Attilio Micheluzzi e o Pr\u00eamio Harvey.<\/p>\n<hr \/>\n<h3 style=\"text-align: center;\">S\u00e9rie<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-1991 aligncenter\" src=\"https:\/\/nalua.in\/notas\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/2956935.webp\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/nalua.in\/notas\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/2956935.webp 300w, https:\/\/nalua.in\/notas\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/2956935-225x300.webp 225w, https:\/\/nalua.in\/notas\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/2956935-150x200.webp 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A Grande Ilus\u00e3o.\u00a0 David Moore, Nimer Rashed. 2024, 8 epis\u00f3dios. <em>Essa s\u00e9rie eu terminei estes dias mesmo. N\u00e3o \u00e9 uma maravilha, \u00e9 um enlatado, desses de mist\u00e9rio que est\u00e3o t\u00e3o na moda. Mas nem por isso deixa de ser bom. Distrai, \u00e9 daqueles que as pessoas dizem que \u00e9 pra esvaziar a cabe\u00e7a. As atua\u00e7\u00f5es s\u00e3o boazinhas, a trama \u00e9 eficiente, \u00e9 bem filmado e tudo. E indico porque \u00e9 um retrato do arcano de hoje, tem tudo ali, nesse ponto cabe perfeitamente no que quero dizer com a trajet\u00f3ria do 10 de espadas. Se voc\u00ea precisa descansar a cabe\u00e7a e gosta de s\u00e9ries de mist\u00e9rio, essa \u00e9 uma boa. \u00c9 baseada em algum livro do Harlan Coben, autor do qual ainda n\u00e3o li nenhum livro. \u00c9 uma s\u00e9rie curta, o que faz ela ficar melhor ainda, se fosse mais longa o mist\u00e9rio se prolongaria demais, seria enrola\u00e7\u00e3o.<\/em><\/strong><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fool Me Once \u00e9 uma s\u00e9rie de televis\u00e3o brit\u00e2nica de suspense, produzida pela Quay Street Productions para a Netflix. Foi adaptado por Danny Brocklehurst do romance hom\u00f4nimo de Harlan Coben de 2016. Apresenta Michelle Keegan, Adeel Akhtar, Dino Fetscher, Richard Armitage e Joanna Lumley.<\/p>\n<hr \/>\n<h3 style=\"text-align: center;\">\u266b Playlist<\/h3>\n<ul>\n<li style=\"text-align: left;\"><em>The End \u2013 The Doors<\/em><\/li>\n<li style=\"text-align: left;\"><em>Wuthering Heights \u2013 Kate Bush<\/em><\/li>\n<li style=\"text-align: left;\"><em>Coldplay \u2013 Clocks<\/em><\/li>\n<li style=\"text-align: left;\"><em>N\u00e3o tenho medo da morte \u2013 Gilberto Gil<\/em><\/li>\n<li style=\"text-align: left;\"><em>Meu Desespero \u2013 Jo\u00e3o Mineiro &amp; Marciano<\/em><\/li>\n<li style=\"text-align: left;\"><em>Violent \u2013 Concret Blonde<\/em><\/li>\n<li style=\"text-align: left;\"><em>Motor Psico \u2013 Los Redonditos de Ricota<\/em><\/li>\n<li style=\"text-align: left;\"><em>Pais e Filhos \u2013 Legi\u00e3o Urbana<\/em><\/li>\n<li style=\"text-align: left;\"><em>American Pie \u2013 Don McLean<\/em><\/li>\n<li style=\"text-align: left;\"><em>H\u00e1 tempos \u2013 Legi\u00e3o Urbana<\/em><\/li>\n<li style=\"text-align: left;\"><em>Coraz\u00f3n Espinado (part. Man\u00e1) \u2013 Santana<\/em><\/li>\n<li><em>Por Cierto, Te Importa \u2013 Buenos Muchachos<\/em><\/li>\n<\/ul>\n<table style=\"width: 100%; border-collapse: collapse; background-color: #c6f7f4;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 100%;\">\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Aquilo a que chamamos o nosso desespero \u00e9 frequentemente a dolorosa avidez de uma esperan\u00e7a insatisfeita.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>George Eliot<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Post com a colabora\u00e7\u00e3o de\u00a0<a href=\"http:\/\/instagram.com\/laismeralda\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">@laismeralda, que \u00e9 a<em>\u00a0melhor cartomante do peda\u00e7o, marque sua consulta com ela.<\/em><\/a><\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">14 de abril \u00e9 o 104.\u00ba dia do ano no calend\u00e1rio gregoriano (105.\u00ba em anos bissextos). Faltam 261 dias para acabar o ano.<\/span><\/p>\n<div id=\"post-wrapper\" class=\"post-wrapper\">\n<article id=\"post-815\" class=\"post-815 post type-post status-publish format-standard hentry category-almanaque category-carta-semanal category-jardim category-newsletter category-oraculo\">\n<div class=\"entry-content\">\n<div class=\"absolute bottom-0 left-0 w-full border-t md:border-t-0 dark:border-white\/20 md:border-transparent md:dark:border-transparent md:bg-vert-light-gradient bg-white dark:bg-gray-800 md:!bg-transparent dark:md:bg-vert-dark-gradient pt-2 md:pl-2 md:w-[calc(100%-.5rem)]\">\n<form class=\"stretch mx-2 flex flex-row gap-3 last:mb-2 md:mx-4 md:last:mb-6 lg:mx-auto lg:max-w-2xl xl:max-w-3xl\" enctype=\"application\/x-www-form-urlencoded\" method=\"get\">\n<div class=\"relative flex h-full flex-1 items-stretch md:flex-col\">\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Se voc\u00ea leu at\u00e9 aqui, obrigada! Esse \u00e9 o meu almanaque particular. Um peda\u00e7o do meu di\u00e1rio, da minha arca da velha, um registro de pequenas efem\u00e9rides, de coisas que quero guardar, do tempo, do vento, do c\u00e9u e do cheiro da chuva. Os Vest\u00edgios do Dia, meus dias. Aqui s\u00f3 tem refer\u00eancias, pois \u00e9 disso que sou feita.<\/em><\/p>\n<table style=\"width: 100%; border-collapse: collapse; background-color: #f7d0d0;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 100%; text-align: center;\">\u00a9 Nalua \u2013 Caderninho pessoal, bauzinho de trapos coloridos, nos morros de Minas Gerais. Outono, com a gra\u00e7a dos c\u00e9us.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/div>\n<\/form>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/article>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">Esta \u00e9 a 44\u00aa de 78 p\u00e1ginas que ter\u00e1 este almanaque.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>h\u00e1 ferrugem nos sorrisos Belo Horizonte, 14 de abril de 2024 \ud83c\udf24\ufe0f19\u00b0 &#8211; 29\u00ba Dia do Caf\u00e9 e v\u00e9spera do anivers\u00e1rio da Maria Ang\u00e9lica. 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