{"id":786,"date":"2012-03-30T18:55:38","date_gmt":"2012-03-31T00:55:38","guid":{"rendered":"http:\/\/livros.in.blog.br\/?p=786"},"modified":"2012-03-30T18:55:38","modified_gmt":"2012-03-31T00:55:38","slug":"sonhei-que-a-neve-fervia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nalua.in\/blog\/sonhei-que-a-neve-fervia\/","title":{"rendered":"Sonhei Que A Neve Fervia"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-787\" style=\"margin: 5px;\" title=\"sonheiqueanevefervia\" src=\"http:\/\/livros.nalu.in\/wp-content\/uploads\/2012\/03\/sonheiqueanevefervia-200x300.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"300\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Eu nem sei muito bem o que dizer ainda desse livro, al\u00e9m de que ele \u00e9 lindo. Eu devorei, mesmo, \u00c2\u00a0n\u00e3o conseguia parar de ler. E acho que a vontade de continuar a ler era tanta que acabei ficando meio doente ontem e nem fui trabalhar. Algo me diz q foi\u00c2\u00a0artimanha\u00c2\u00a0do meu corpo pra me obrigar a ficar lendo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Eu acompanho o blog da Fal, autora do livro, \u00c2\u00a0h\u00e1 muito tempo, sempre gostei muito, lembro quando o marido dela morreu, e dos lindos posts que ela escreveu depois e nem posso imaginar a dor que deve ser ficar sem o seu grande amor. E que amor lindo, que hist\u00f3ria bonita.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Bom, \u00e9 um livro lindo, realmente uma bel\u00ed\u00adssima carta de amor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E acho que &#8220;g\u00eanero liter\u00e1rio&#8221; que eu mais gosto \u00e9 esse, <em>Cartas de Amor<\/em>.<\/p>\n<p>SONHEI QUE A NEVE FERVIA<br \/>\nAutor: Fal Azevedo<br \/>\nISBN:978-85-325-2659-5<br \/>\nP\u00e1ginas:384<br \/>\n<!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">=====<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>N\u00e3o deixe que a dor cale suas palavras&#8221;, dizia o e-mail que a escritora e tradutora Fal Azevedo recebeu dias ap\u00f3s a morte do marido, Alexandre, em agosto de 2007. Mas como continuar depois uma perda como essa? Como acordar, escovar os dentes, trabalhar? Como seguir em frente quando tudo que se quer \u00e9 voltar no tempo e reviver cada minuto de uma rela\u00e7\u00e3o que preenchia as lacunas, os sonhos e os desejos, que completava e acrescentava? A incredulidade, a raiva e a tristeza, e tamb\u00e9m o relato do amor de uma vida e da solidariedade e carinhos oferecidos por amigos e desconhecidos est\u00e3o em\u00c2\u00a0Sonhei que a neve fervia, livro no qual a escritora, tradutora e blogueira Fal Azevedo, autora do elogiado\u00c2\u00a0Min\u00fasculos assassinatos e alguns copos de leite\u00c2\u00a0recupera atrav\u00e9s da literatura o ano seguinte \u00ed\u00a0 morte de Alexandre.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\" align=\"JUSTIFY\"><em>\u00c2\u00a0E em meio \u00ed\u00a0 dor, ela, de fato, (re)encontrou sua voz &#8211; culta, engra\u00e7ada, ferina, auto-depreciativa, mas, ao mesmo tempo, brutalmente honesta e transparente. Fal n\u00e3o esconde o medo de uma exist\u00eancia sem o homem que a fazia se sentir segura e amada ou a preocupa\u00e7\u00e3o com o futuro financeiro e a volta para a casa da m\u00e3e. N\u00e3o tem vergonha de contar sobre noites e dias de muito choro, fr\u00e1gil e temerosa. Mas tamb\u00e9m n\u00e3o deixa que a perda embrute\u00e7a sua sensibilidade e a impe\u00e7a de vivenciar pequenas alegrias, como as conquistas e a felicidade de amigos ou a divers\u00e3o com um seriadotrash\u00c2\u00a0na TV, a excita\u00e7\u00e3o pela descoberta de um charmoso caf\u00e9, um par\u00e1grafo de um excelente livro ou uma nova can\u00e7\u00e3o, como &#8220;Outros sonhos&#8221;, de Chico Buarque (Sonhei eu o fogo gelou \/ Sonhei que a neve fervia \/ E por sonhar o imposs\u00ed\u00advel, ai\/ Sonhei que tu me querias).<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\" align=\"JUSTIFY\"><em>\u00c2\u00a0\u00c9 pela escrita \u2013 seja por meio de textos publicados em seu blog, o popular &#8220;Drops da Fal&#8221; (www.dropsdafal.blogbrasil.com), reflex\u00f5es, e-mails e mensagens de amigos e seguidores do site \u2013 que o leitor compartilha a jornada da autora. \u00ed\u20acs vezes, impotente diante da impossibilidade de mitigar um sofrimento t\u00e3o al\u00e9m do que parece ser poss\u00ed\u00advel; outras, com um sorriso no rosto e uma gargalhada ao ler um coment\u00e1rio espirituoso. Mas sempre com a sensa\u00e7\u00e3o de estar sendo apresentado a uma nova amiga \u2013 e, tamb\u00e9m, a sua fam\u00ed\u00adlia, seus amigos, seus conhecidos. Entre detalhes do cotidiano, como os transtornos causados por um cano furado, e reflex\u00f5es sobre o luto e a luta, Fal Azevedo deixa um testamento de sua hist\u00f3ria \u2013 a hist\u00f3ria de um grande amor. Por isso mesmo t\u00e3o singular, e t\u00e3o universal.<\/em><\/p>\n<p>Fonte: http:\/\/www.rocco.com.br\/shopping\/ExibirLivro1.asp?Livro_ID=978-85-325-2659-5<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Eu nem sei muito bem o que dizer ainda desse livro, al\u00e9m de que ele \u00e9 lindo. Eu devorei, mesmo, \u00c2\u00a0n\u00e3o conseguia parar de ler. E acho que a vontade de continuar a ler era tanta que acabei ficando meio doente ontem e nem fui trabalhar. 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