{"id":457,"date":"2012-01-19T15:02:53","date_gmt":"2012-01-19T21:02:53","guid":{"rendered":"http:\/\/livros.in.blog.br\/?p=457"},"modified":"2023-05-29T21:23:42","modified_gmt":"2023-05-29T21:23:42","slug":"a-noite","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nalua.in\/blog\/a-noite\/","title":{"rendered":"A Noite"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><em><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-165062 aligncenter\" src=\"https:\/\/nalua.in\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/anoite1-1-194x300.jpg\" alt=\"\" width=\"194\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/nalua.in\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/anoite1-1-194x300.jpg 194w, https:\/\/nalua.in\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/anoite1-1.jpg 400w\" sizes=\"auto, (max-width: 194px) 100vw, 194px\" \/>&#8220;Nunca me esquecerei daquela noite, a primeira noite de campo, que fez minha vida uma noite longa e sete vezes aferrolhada. Nunca me esquecerei daquela fuma\u00e7a.<\/em><\/strong><br \/>\n<strong><em> Nunca me esquecerei dos rostos das crian\u00e7as cujos corpos eu vi se transformarem em volutas sob um c\u00e9u azul e mudo.<\/em><\/strong><br \/>\n<strong><em> Nunca me esquecerei daquelas chamas que consumiram minha f\u00e9 para sempre. Nunca me esquecerei daquele sil\u00eancio noturno que me privou por toda eternidade do desejo de viver.<\/em><\/strong><br \/>\n<strong><em> Nunca me esquecerei daqueles momentos que assassinaram meu Deus, minha alma e meus sonhos, que se tornaram deserto.<\/em><\/strong><br \/>\n<strong><em> Nunca me esquecerei daquilo, mesmo que eu seja condenado a viver tanto tempo quanto o pr\u00f3prio Deus. Nunca.&#8221;<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Elie Wiesel,\u00a0 A Noite.<!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse \u00e9 um livro de dilacerar mesmo. Relato de campos de concentra\u00e7\u00e3o sempre me dilaceram, mas a quem n\u00e3o? Escolhi esse livro porque est\u00e1 na lista dos cem mais, a lista que eu resolvi seguir a princ\u00ed\u00adpio. A\u00ed\u00ad fui procurar ver se tinha em ebook. E tinha, mas lendo percebi que era simplesmente alguma tradu\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica, provavelmente o translate google, ou algum similar, e obviamente com erros mil. Mesmo assim li umas 40 p\u00e1ginas, porque este \u00e9 o tipo de leitura que n\u00e3o consigo largar. A\u00ed\u00ad resolvi encomendar na Estante Virtual, porque tinha poucos exemplares e acho que deve ser mais dif\u00ed\u00adcil de comprar. Chegou hoje e eu j\u00e1 vou devorar, at\u00e9 porque \u00e9 bem pequeno, e eu j\u00e1 li praticamente a metade. Mas estou gostando muito e acho que tem raz\u00e3o de estar na lista dos cem mais.<\/p>\n<p>NOITE, A<br \/>\nFormato: Livro<br \/>\nAutor: WIESEL, ELIE<br \/>\nEditora: EDIOURO (RJ)<br \/>\nAssunto: BIOGRAFIAS\/AUTOBIOGRAFIAS\/DI\u00ed\u0081RIOS\/MEM\u00ed\u201cRIAS\/CARTAS<br \/>\nISBN: 8500020261<br \/>\nISBN-13: 9788500020261<br \/>\nIdioma: Livro em portugu\u00eas<br \/>\nEncaderna\u00e7\u00e3o: Brochura<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: 1\u00aa<br \/>\nAno de Lan\u00e7amento: 2006<br \/>\nN\u00famero de p\u00e1ginas: 120<br \/>\n=====<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ap\u00f3s a agonia que viveu como prisioneiro de Hitler, Elie Wiesel encontrou uma arma para evitar que algo semelhante ocorresse novamente &#8211; a mem\u00f3ria. O autor, que recebeu o Pr\u00eamio Nobel da Paz em 1986, narra em &#8216;A noite&#8217; os horrores que presenciou nos campos de concentra\u00e7\u00e3o alem\u00e3es na Segunda Guerra Mundial, inclusive a morte de seus pais e sua irm\u00e3 mais nova.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aqui tem o discurso de Elie Wiesel quando recebeu o Pr\u00eamio Nobel da Paz:\u00c2\u00a0<a href=\"http:\/\/www.chabad.org.br\/biblioteca\/artigos\/elie_wiesel\/home.html\">http:\/\/www.chabad.org.br\/biblioteca\/artigos\/elie_wiesel\/home.html<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &#8220;Nunca me esquecerei daquela noite, a primeira noite de campo, que fez minha vida uma noite longa e sete vezes aferrolhada. Nunca me esquecerei daquela fuma\u00e7a. Nunca me esquecerei dos rostos das crian\u00e7as cujos corpos eu vi se transformarem em volutas sob um c\u00e9u azul e mudo. 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