{"id":1114,"date":"2007-05-13T19:31:00","date_gmt":"2007-05-14T01:31:00","guid":{"rendered":"http:\/\/livros.in.blog.br\/2007\/um-amor-conquistado-o-mito-do-amor-materno\/"},"modified":"2007-05-13T19:31:00","modified_gmt":"2007-05-14T01:31:00","slug":"um-amor-conquistado-o-mito-do-amor-materno","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nalua.in\/blog\/um-amor-conquistado-o-mito-do-amor-materno\/","title":{"rendered":"Um amor conquistado &#8211; O Mito do Amor Materno"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" style=\"display: inline; float: left; margin-bottom: 10px; width: 170px; margin-right: 10px; height: 259px; border: 0px solid #000000;\" src=\"http:\/\/www.figurasnalu.blogger.com.br\/amormaterno.jpg\" alt=\"\" width=\"213\" height=\"324\" \/><br \/>\n<strong>Um Amor Conquistado: O Mito do Amor Materno<br \/>\n<\/strong><br \/>\nELISABETH BADINTER<br \/>\nEditora Nova Fronteira<br \/>\n1980<br \/>\n370p.<br \/>\nAssunto: Ci\u00eancias Humanas<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ser\u00e1 o amor materno um instinto, uma tend\u00eancia feminina inata, ou depende, em grande parte, de um comportamento social, vari\u00e1vel de acordo com a \u00e9poca e os costumes? \u00c9 essa a pergunta que Elisabeth Badinter procura responder neste livro, desenvolvendo para isso uma extensa pesquisa hist\u00f3rica, l\u00facida e desapaixonada, da qual resulta a convic\u00e7\u00e3o de que o instinto materno \u00e9 um mito, n\u00e3o havendo uma conduta materna universal e necess\u00e1ria.<!--more--><\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio, a autora constata a extrema variabilidade desse sentimento, segundo a cultura, as ambi\u00e7\u00f5es ou as frustra\u00e7\u00f5es da m\u00e3e. N\u00e3o pode ent\u00e3o fugir \u00ed\u00a0 conclus\u00e3o de que o amor materno \u00e9 apenas um sentimento humano como outro qualquer e como tal incerto, fr\u00e1gil e imperfeito. Pode existir ou n\u00e3o, pode aparecer e desaparecer, mostrar-se forte ou fr\u00e1gil, preferir um filho ou ser de todos. Contrariando a cren\u00e7a generalizada em nossos dias, ele n\u00e3o est\u00e1 profundamente inscrito na natureza feminina.<br \/>\nObservando-se a evolu\u00e7\u00e3o das atitudes maternas, verifica-se que o interesse e a dedica\u00e7\u00e3o \u00ed\u00a0 crian\u00e7a n\u00e3o existiram em todas as \u00e9pocas e em todos os meios sociais. As diferentes maneiras de expressar o amor v\u00e3o do mais ao menos, passando pelo nada, ou quase nada. O amor materno n\u00e3o constitui um sentimento inerente \u00ed\u00a0 condi\u00e7\u00e3o de mulher, ele n\u00e3o \u00e9 um determinismo, mas algo que se adquire. Tal como o vemos hoje, \u00e9 produto da evolu\u00e7\u00e3o social desde princ\u00ed\u00adpios do s\u00e9culo XIX, j\u00e1 que, como o exame dos dados hist\u00f3ricos mostra, nos s\u00e9culos XVII e XVIII o pr\u00f3prio conceito do amor da m\u00e3e aos filhos era outro: as crian\u00e7as eram normalmente entregues, desde tenra idade, \u00ed\u00a0s amas, para que as criassem, e s\u00f3 voltavam ao lar depois dos cinco anos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um Amor Conquistado: O Mito do Amor Materno ELISABETH BADINTER Editora Nova Fronteira 1980 370p. Assunto: Ci\u00eancias Humanas Ser\u00e1 o amor materno um instinto, uma tend\u00eancia feminina inata, ou depende, em grande parte, de um comportamento social, vari\u00e1vel de acordo com a \u00e9poca e os costumes? \u00c9 essa a pergunta que Elisabeth Badinter procura responder &hellip; <a href=\"https:\/\/nalua.in\/blog\/um-amor-conquistado-o-mito-do-amor-materno\/\" class=\"more-link\">Continuar lendo <span class=\"screen-reader-text\">Um amor conquistado &#8211; O Mito do Amor Materno<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[25,26,34,38,44],"tags":[],"class_list":["post-1114","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-feminino","category-feminismo","category-historia","category-leituras","category-livros"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/nalua.in\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1114","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/nalua.in\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/nalua.in\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nalua.in\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nalua.in\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1114"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/nalua.in\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1114\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/nalua.in\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1114"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/nalua.in\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1114"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/nalua.in\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1114"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}